As tavernas me chamam de “bardo dragão”. Meus colegas na Companhia do Butim me chamam de ‘Finnian Pagemore’. Ambos estão corretos.
Sou um bardo, um cronista das estradas, um colecionador de contos e, quando a ocasião exige, a mente que encontra o fio solto no novelo.
Dizem que a espada escreve a história. Eu digo que ela é terrivelmente ilegível sem um bardo para traduzi-la. A Companhia do Butim fornece o trovão; eu forneço o relâmpago e a voz para garantir que o mundo a ouça.
Você veio buscar entretenimento ou respostas? Aqui, ambos andam de mãos dadas.
Puxe um banco, peça um vinho. Há muito o que contar, e ainda mais para ouvir.